E vem essa vontade inexplicável que vacila, mas sempre retorna. Você me conhece, não consigo fazer nada se não acho certo, se não me convence. E aí fica a dúvida, o "vou ou não vou", e eu não me aguento. Espero, levanto, sento de novo, e ainda fico sem saber o que fazer. Ele diz que eu devia me acalmar, que não foi nada, mas não me aquieto. Rabisco palavras que parecem adequadas, risco e corrijo, depois falta a coragem. Tudo ensaiado, repleta de razões, mas desisto. Olho pela janela, procuro outra solução, não acho nada. Decido deixar pra lá. Cinco minutos no relógio, volto a pensar nisso. E se não tivesse que ser assim? Vai entender.

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